30 de setembro de 2014


Worklover X Workaholic

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Atenção: Texto extenso e talvez exaustivo, porém com conteúdo bem interessante.

Tenho trabalhado muito, isso é fato. Apesar de ainda ter de ouvir que ser blogueira não é uma profissão, tento ir de de encontro a essa afirmação todo dia. Não tenho achado tempo pra me divertir com amigas e o tempo que me resta é pra ficar com meu namorado. Domino, que era meu dia santo de ir a praia, ontem foi substituido por uma sessão extra de fotos, porque tenho viagem marcada nessa semana e preciso deixar tudo pronto. E não estou reclamando. E por não estar reclamando de tanto trabalhar, resolvi pesquisar mais sobre o motivo. Afinal, trabalho sempre foi sinônimo de TRABALHO.

Pensando na  relação com o que faço, fui ler mais sobre e saber se existem outras pessoas viciadas em executar atividades remuneradas tanto quanto eu. E sim, existem. E elas estão por toda parte, inclusive, tenho vários ao meu redor. A geração Y (a minha), é definida como geração da internet, e nela estão inseridos jovens nascidos entre 1980 até os anos 90, sendo sucedida pela geração Z, nascidos a partir dos anos 2000.

Sem pesquisar na internet termos que possam definir melhor quem somos, consigo perceber que claramente somos uma geração que tem urgência em tudo. Como tudo começou a tomar velocidade a partir da época do nosso nascimento (ou um pouco antes dele), a gente não consegue esperar muito tempo por algo. Além de tudo, somos criativos, em sua grande parte, e trabalhar para nós também tem de envolver prazer. Claro que nem sempre conseguimos aliar prazer e trabalho, por isso muita gente tem aquela pontinha de insatisfação.

 
Pra que vocês possam entender melhor, aqui vai um pouco da definição da geração Y (Também conhecidos como Millennials):

"Essa geração desenvolveu-se numa época de grandes avanços tecnológicos e prosperidade econômica. Os pais, não querendo repetir o abandono das gerações anteriores, encheram-nos de presentes, atenções e atividades, fomentando a autoestima de seus filhos. Eles cresceram vivendo em ação, estimulados por atividades, fazendo tarefas múltiplas3 . Acostumados a conseguirem o que querem, não se sujeitam às tarefas subalternas de início de carreira e lutam por salários ambiciosos desde cedo. É comum que os jovens dessa geração troquem de emprego com frequência em busca de oportunidades que ofereçam mais desafios e crescimento profissional. Uma de suas características atuais é a utilização de aparelhos de alta tecnologia, como telefones celulares de última geração, os chamados smartphones (telefones inteligentes), para muitas outras finalidades além de apenas fazer e receber ligações como é característico das gerações anteriores."

Algúem se identifica? O/

Como já conhecia os temos Worklover e Workaholic, quis entender qual a diferença dos dois, e qual afinal era o termo que mais se aproxima da minha atual situação (não que precise ser rotulada). Foi aí que achei um texto que distingue os termos:

"A Geração Y tem mostrado cada vez mais que gosta de trabalhar tanto quanto as gerações anteriores. No entanto, sua percepção de trabalho é caracterizada de forma distinta, com foco no que é importante, mas sem perder o equilíbrio com sua vida pessoal. Nascidos entre 1980 e 1995, a Geração Y carrega o comportamento de “amante” do trabalho (worklover), pois eles entendem que trabalhar demais não necessariamente reflete em produtividade ou resultado.

Pelo contrário, o comportamento de dedicação excessiva pode ser prejudicial à saúde e ainda criar conflitos na vida pessoal que sejam difíceis de serem revertidos. É justamente nesse estado de espírito que os “viciados” em trabalho (workaholic) se espelham. Sob a ótica da psicologia, o comportamento do workaholic pode ser visto com algumas disfunções importantes como fator de insegurança (fazer mais para parecer melhor), de fuga (estou melhor aqui que em casa) ou ainda ser fruto de um objetivo compulsivo (preciso conquistar isso).

É importante lembrar que os dois tipos de comportamento sempre existiram, mas com o passar dos anos as pesquisas na área se tornaram mais apuradas e deram uma visão mais clara da psicologia do trabalho.

A inserção da Geração Y no mercado de trabalho trouxe diversas mudanças organizacionais. Talvez o exemplo mais famoso seja o Google, onde seus empregados têm uma grande flexibilidade para horários, mas com objetivos claros que devem ser alcançados.

Uma pesquisa realizada pela consultoria PwC, da Universidade do Sudeste da Califórnia e da London Business School, relevou que profissionais mais jovens não estavam satisfeitos com as longas horas de trabalhadas e o fato de terem que ficar presos no escritório. Segundo o estudo, 71% dos funcionários da Geração Y dizem que o trabalho interfere na vida pessoal; 64% querem fazer home-office ocasionalmente, enquanto 66% desejam flexibilizar o horário de trabalho.

“O equilíbrio entre vida profissional e pessoal é uma das causas de retenção mais significativas e uma das principais razões para essa geração escolher trajetórias de carreira menos tradicionais”, aponta o relatório do estudo. Certamente, a maioria dos funcionários do Google é da Geração Y.

Para alguns, o tempo trabalhado não está relacionado com o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. O que se relaciona com o equilíbrio é fazer aquilo que gosta e não fazer trabalho em casa. Chris Brusznicki, formado na Kellogg School of Management, da Universidade de Northwestern, deixou de lado uma jornada de trabalho de mais de 80 horas semanais no Goldman Sachs por trabalhar mais de 80 horas nos seus próprios empreendimentos, como o GamedayHousing.com, site que conecta fãs de esporte com aluguéis de propriedades perto de estádios.

“Quando estou em casa, tento estar no momento. Sem iPhone, sem trabalho, sem nada. Eu costumava levar trabalho comigo para todos os lugares. Agora não faço mais isso”, conta Brusznicki.

Workaholic x worklover

Trabalhar com o que gosta parece ser o melhor privilégio profissional. No entanto, para muitos ser útil no emprego que atua é uma enorme gratificação, por mais simples que possa ser a atividade. Nem sempre é possível realizar aquilo que foi planejado, mas isso também não é sinal de fracasso. Agregar valor para si mesmo e para o empregador deve ser importante também.

Veja abaixo algumas comparações entre os dois perfis de comportamento profissional citados ao longo do texto.

Workaholic

- O trabalho é fonte de pressão e stress
- Queixa-se do trabalho no fim de semana
- Não consegue ficar longe do trabalho
- Sente-se inseguro
- Busca atender expectativas dos outros
- Tem que trabalhar muito pra demonstrar capacidade
- Ser workaholic é determinado por fatores ligados à insegurança e por pressões externas.


Worklover

- Trabalho é fonte de satisfação;
- Pensa sobre trabalho e expectativas no fim de semana;
- Consegue se afastar do trabalho, apesar de que qualquer situação leva a pensar em oportunidades para ele;
- Busca realizações;
- Tem que melhorar sempre para atender suas próprias expectativas;
- Ser worklover é determinado por escolhas pessoais e por pressões internas."

Fonte: Dinheirama


Depois de tudo isso, basta agora analisar o que sinto quando estou trabalhando:

Eu amo o que faço; Eu consigo me desligar um pouco do meu trabalho, mas como ele está inteiramente ligado com a internet, e como estou conectada 24 horas, não tenho muita facilidade em ficar offline; Os únicos momentos que consigo são quando estou com meu namorado, porque chegou num nível que ele fica P@&# quando pego no celular;

Eu penso quase que o tempo todo em trabalho, porque até uma viagem de lazer rende matéria pro blog ou vídeo pro canal do Youtube. E também estou sempre pensando em conteúdo novo; Fico exausta quando faço trabalho com fotos pra marcas, porque é algo que não exige tanto do meu lado criativo; Porém, quando faço fotos para o blog, com algo que gosto muito, seja um look que elaborei, ou algo que criei, sinto prazer em executar.

Eu não me sinto esgotada ou cansada quando penso no blog ou no instagram (minhas principais redes); Busco sempre melhorar, me aperfeiçoar no que faço; Sinto-me segura quanto ao que me proponho a fazer; Sempre faço cobranças e analiso meu rendimento, para assim ter resultados mais positivos;

Cheguei a conclusão de que sou mais Worklover do que Workaholic. Tiveram pontos que sinto que me enquadrei como uma viciada em trabalho de forma negativa, mas no geral, tenho a leve impressão de que sou feliz, haha.

E vocês? Se consideram Worklover ou Workaholic? Ou nenhum dos dois?

Beijos,

Vic
"Escolha um trabalho que você ame e você
nunca terá que trabalhar um dia em sua vida."

29 de setembro de 2014


Tutorial: Como faço Delineado Gatinho

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Morro de vergonha de gravar tutorial, mas tomei coragem pra mostrar como faço meu delineado gatinho, num passo-a-passo bem fácil.

Nesses últimos meses, consegui ajudar pelo menos 4 amigas que tinham dificuldade de puxar a ponta. Afinal, traçar de um canto ao outro do olho não é o pior, haha. Fazer o traçado gatinho, seja fino ou grosso, é sempre o momento mais tenso, que requer paciência e prática.



Não esqueçam de apertar em curtir e de se inscrever no canal, tá? Espero que possa ter ajudado!

Beijo,

Vic.

26 de setembro de 2014


Resenha: Lenço Demaquilante Neutrogena

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Hoje vim falar de um produto que tá salvando minha pele. Não que esteja melhorando o aspecto, mas está ajudando a não piorar. Acho que já comentei que sou a pessoa mais preguiçosa do mundo, né? Pra limpar a pele então... A situação agrava.

Meu rosto era pra ser 50x pior, mas realmente tenho de agradecer a Deus por surgir espinha uma vez ou outra. Durmo (ou dormia) quase toda noite de maquiagem. Eu sei, eu sei, estou errada. Escuto carão a toda hora. Na saga de tentar mudar isso, e adquirir bons hábitos, resolvi comprar produtos que me auxiliem na retirada da make, de maneira fácil. E de tanto ouvir falar nos lenços umedecidos, resolvi comprar um. Comecei escolhendo um não tão bom, e na minha viagem pra Porto Alegre, adquiri um EXCELENTE.

 Não costumo fazer isso, mas peguei uma foto da internet, porque minha embalagem tá horrível!

Esse produto tem muitos pontos positivos:
- Fácil aplicação;
- Específico para retirar maquiagem e outras impurezas;
- Tem aplicação super fácil;
- Promete tirar tudo com apenas 1 lenço (Dependendo da quantidade de maquiagem, consegue sim, mas como passo muito, uso 2 lenços na maioria das vezes);
- Possui um Custo x Benefício excelente;
- Não irrita a pele;
- Posso usar também na área dos olhos;
- Tem embalagem compacta, perfeita pra levar na necessaire ou malas de viagens;
- Tem um lacre adesivo que deixa a embalagem sempre fechada;

É da marca Neutrogena, da linha Deep Clean. O pacote grande vem com 25 unidades e custa na faixa de R$20. O bom também é que encontro nas farmácias mais próximas de casa. Até agora, não tive nenhuma impressão negativa, mas qualquer novidade que venha a surgir, conto pra vocês.

Gostaram? Acho que é uma excelente dica! E podem brigar comigo, eu deixo, haha.

Beijos,

Vic.

25 de setembro de 2014


1 peça, 3 looks: Calça Boyfriend

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É bom demais ter no closet uma peça super versátil, que adapta-se a qualquer ambiente, em qualquer hora do dia. Como dica de peça coringa, indico a calça jeans (que, até pouco tempo, não tinha nenhuma). O mundo dá voltas, não é mesmo? Agora tenho TRÊS! E pra deixar as composições ainda mais estilosas, porque não apostar em uma calça jeans Boyfriend detonada?

Aproveitei pra inaugurar com vocês meu novo amorzinho, que comprei na Zara. Montei 3 propostas, para ocasiões distintas. Ahhh, como eu AMO gravar vídeos assim. Servem até pra mim, para os dias que estiver sem inspiração. Espero que ajude vocês também.



E vamos aos créditos dos looks. Primeiramente, peço perdão pela qualidade das fotos. Espero que não se incomodem! O que importa é a intenção, haha #desculpadequemfalhou. Lembrando que a calça é a mesma em todos os looks, e é da Zara (Custou R$179).

Blusa: @esmeral_loja | Bolsa: @lojasrenner | Cinto: @kafeacessorios | Chapéu: Sem marca |
Rasteiras: @larissesales | Pulseiras e anéis: @renyafreireacessorios

Blusa e Colete: @amosayso | Bolsa: @couroecia | Scarpin: @barbarakras |
Acessórios: @renyafreireacessorios

 Blusa: @metoostore | Sandália: @barbarakras | Bolsa: Sem marca |
Chapéu: 25 de Março | Colar e pulseiras: @renyafreireacessorios | Bracelete: @kafeacessorios

A edição do vídeo ficou por minha conta. Gostaram? E quem me auxiliou na gravação foi minha TOP fotógrafa @karinecamposs. Digam-me o que acham desse tipo de vídeo. E sugiram as peças pra participarem do próximo "1 peça, 3 looks", ta?

Muito obrigada por ter lido até o final e por ter assistido o vídeo todo, haha. Não esquece de clicar em gostei e de se inscrever no canal, tá?

Beijos,

Vic.
 

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